domingo, 4 de outubro de 2009

17 milhões admitem ter vendido voto, diz pesquisa


Este é o verdadeiro efeito do modelo "assistencialista" do atual governo. 17 milhões tiveram a coragem (ou a cara de pau) de falar a verdade !!!

Fonte: Site IG


Uma pesquisa do instituto Datafolha, divulgada neste domingo, revela que 17 milhões de brasileiros admitem ter vendido seu voto ao menos uma vez. As informações são do jornal “Folha de S.Paulo”.


A pesquisa, que ouviu 2.122 pessoas em 150 municípios, indica que, entre os entrevistados que admitiram ter vendido seu voto, 10% o fizeram em troca de emprego ou favor, 6% em troca de dinheiro e 5% em troca de presente.


O estudo revela, ainda, que 12% dos entrevistados dizem estar dispostos a mudar seu voto por dinheiro, 79% acreditam que os brasileiros vendem voto e 33% concordam com a ideia de que não é possível fazer política sem um pouco de corrupção.


Além disso, 92% dos entrevistados disseram acreditar que existe corrupção no Congresso Naconal e nos partidos políticos. Para 88%, há corrupção na Presidência da República e nos ministérios.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

OS PRINCIPAIS ERROS - LÍNGUA PORTUGUESA

Fonte: http://www.cassao.eti.br/portal/content/erros-mais-comuns-da-l%C3%ADngua-portuguesa

O texto em vermelho é o exemplo errado

MANTEIGUEIRA

A minha mantegueira era de estimação.
A minha manteigueira era de estimação.

Manteigueira (man-tei-gueira-ra), vem de "manteiga".

O correto, portanto, é:
A minha manteigueira era de estimação.

RECORDE

Ele bateu o record.
Ele bateu o recorde.

Recorde: indica uma marca máxima atingida.
Diga recórde, forma correta. A forma aportuguesada recorde (paroxítona) já é de uso consagrado e reconhecida pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Evite a pronúncia proparoxítona (récorde) e a grafia inglesa record. A pronúncia proparoxítona é registrada somente por Houaiss.

O correto, portanto, é:
Ele bateu o recorde.

CABELEIREIRO / PRAZEROSO

É prazeiroso ir ao cabelereiro.
É prazeroso ir ao cabeleireiro.

Prazeroso: não existe a letra "i" nessa palavra. Sua formação é a seguinte: prazer+oso. Daí, prazeroso, prazerosamente (e não "prazeiroso" ou "prazeirosamente").
Cabeleireiro: o correto é cabeleireiro (ca-be-lei-rei-ro). Provém de "cabeleira+eiro" (que indica profissão).

O correto, portanto, é:
É prazeroso ir ao cabeleireiro.

TAMPOUCO / TÃO POUCO

Não houve frutas, tão pouco doces.
Não houve frutas, tampouco doces.

Tão pouco: muito pouco. Assim: A família tinha tão pouco para doar (= algo em pouca quantidade) / Ele comeu tão pouco (= muito pouco).
Tampouco: Também não; nem. Assim: Não comeu frutas, tampouco doces.

O correto, portanto, é:
Não houve frutas, tampouco doces.

MUÇARELA / MOZARELA

Quero uma pizza de mussarela.
Quero uma pizza de muçarela.

Não existe a grafia "mussarela" (com "ss"). Está consignada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, a forma muçarela (com "ç"). Pode-se usar também a forma mozarela. A grafia mussarela é de uso comum nos folhetos de propaganda das pizzarias, o que não justifiça a continuação de seu uso. A palavra muçarela vem do italiano mozzarella, um queijo de origem napolitana feito de leite de búfala (ou de vaca). Mozzarella é diminutivo de Mozza (leite talhado com fungo, mozzé).

O correto, portanto é:
Quero uma pizza de muçarela.

COMPANHIA

Maria, quero ir em sua compania.
Maria, quero ir em sua companhia.

Não existe a palavra "compania". É inaceitável a pronúncia "compania".

O correto, portanto é:
Magda, quero ir em sua companhia.

ETC.

Tenho um apartamento com sala, quarto e etc.
Tenho um apartamento com sala, quarto, etc.

Etc. é abreviatura de et caetera ou et coetera, expressão latina que significa "e as outras coisas". Normalmente é usada quando se quer evitar uma longa enumeração - Tenho um apartamento com sala, quarto, etc. / Fui à feira e comprei mexericas, bananas, verduras, pastéis, etc. Atualmente, aplica-se também para pessoas, embora, pelo sentido, se use com referência a coisas somente. Usa-se vírgula antes de "etc". O que não se deve usar é a conjunção "e".

O correto, portanto é:
Tenho um apartamento com sala, quarto, etc.

AVÔS / AVÓS

O pai do meu pai e o pai da minha mãe são meus avós.
O pai do meu pai e o pai de minha mãe são meus avôs.

Avôs e avós: o substantivo avô tem duas pronúncias no plural: "avôs" ("ô" fechado) e "avós" ("ó" aberto). Assim: avôs, quando se refere ao avô paterno e ao avô materno: avós, quando se refere ao "avô" e à "avó" (ou aos antepassados).

O correto, portanto, é:
O pai do meu pai e o pai de minha mãe são meus avôs.

TACHAR / TAXAR / LADRA

Marta foi taxada de ladrona.
Marta foi tachada de ladra.

Tachar: é acusar, censurar. Outros exemplos: Ele também foi tachado de ladrão / O promotor foi tachado de leviano.
Taxar é regular o preço; regular, moderar, lançar uma taxa (tributo) sobre.
Pode também significar "qualificar": Muitos taxam a medicina de infalível.
Ladrão: seu feminino é ladra.

O correto, portanto, é:
Marta foi tachada de ladra.

BEM-VINDO / BENVINDO

Seja benvida, Maria Cristina.
Seja bem-vinda, Maria Cristina.

Bem-vindo(a): é um adjetivo composto.
Bemvindo(a) (sem hífen) é nome de homem ou de mulher. O plural de "bem-vindo" é "bem-vindos"; o feminino é "bem-vindas". Assim: Bem-vindo, prezado mestre. / Bem-vinda, prazada professora.

O correto, portanto, é:
Seja bem-vinda, Maria Cristina.

DISPENSA / DESPENSA

A dispensa da casa estava sempre cheia de bons alimentos.
A despensa da casa estava sempre cheia de bons alimentos.

Dispensa: isenção, desobrigação: Recebeu a dispensa do serviço militar.
Despensa: local onde se guardam alimentos.

O correto, portanto, é:
A despensa da casa estava sempre cheia de bons alimentos.

DEPREDAR

Os adversários de Danielle depedraram o caminhão.
Os adversários de Danielle depredaram o caminhão.

A forma correta é depredar: "roubar", "saquear", "destruir".

O correto, portanto, é:
Os adversários de Danielle depredaram o caminhão.

POSSUIR

Ele possue mais de dez apartamentos.
Ele possui mais de dez apartamentos.

Possuir: nas formas dos verbos terminados em "uir", mais precisamente na 2a e 3a pessoas do singular do presente do indicativo, grafa-se "-ui" e não "ue", isto é, emprega-se a letra "i" e não a letra "e". Assim: possuis, possui.
Observe também o verbo "concluir": "concluis", "conclui". O verbo "poluir" também: poluis, polui.

O correto, portanto, é:
Ele possui mais de dez apartamentos.

HAJA / AJA

Que você haja com prudência.
Que você aja com prudência.

Aja é do verbo "agir". Haja, do verbo "haver".
Aja: presente do subjuntivo do verbo "agir" (que eu aja, que tu ajas, que ele aja, etc.).
Haja: presente do subjuntivo do verbo "haver" (que eu haja, que tu hajas, que ele haja, etc.).

O correto, portanto, é:
Que você aja com prudência.

MAS / PORÉM

Ela se candidatou, mas porém, não obteve êxito.
Ela se candidatou, mas não obteve êxito.

As conjunções mas e porém juntas constituem uma forma inaceitável de redundância. Usa-se uma ou outra: Ela se candidatou, mas não obteve êxito; ou Ela se candidatou, porém não obteve êxito.

O correto, portanto, é:
Ela se candidatou, mas não obteve êxito.

COPO DE ÁGUA

Bia pediu um copo com água, uma xícara de café e um litro de leite.
Bia pediu um copo de água, uma xícara de café e um litro de leite.

Não quer dizer que o copo seja feito de água, que a xícara seja feita de café e que o litro seja feito de leite, embora a preposição "de" designe o material de que é feita alguma coisa: cabo de aço, estátua de gesso, etc.
Poucas pessoas teimam em dizer "copo com água", "xícara com café", "litro com leite" - tais expressões têm o sentido de "copo (xícara ou litro) com alguma água ou com algum café, leite". Quando se diz "copo de água", etc., a palavra "copo" (xícara ou litro) define a medida; não quer dizer que o copo (xícara ou litro) seja feito de água, etc.

O correto, portanto, é:
Bia pediu um copo de água, uma xícara de café e um litro de leite.

IR A / IR PARA

Foram para Rio das Ostras passar uns dias.
Foram a Rio das Ostras passar uns dias.

A preposição "a" indica deslocamento rápido.
A preposição "para" indica deslocamento demorado ou definitivo.

O correto, portanto, é:
Foram a Rio das Ostras passar uns dias.

AO INVÉS DE / EM VEZ DE

Ao invés de falar, procurou ser atencioso.
Em vez de falar, procurou ser atencioso.

Há diferença entre:
Ao invés de: é a mesma coisa que "ao contrário": Ao invés de comprar, vendeu.
Em vez de: é a mesma coisa que "em lugar de": Em vez de falar, procurou ser atencioso.

O correto, portanto, é:
Em vez de falar, procurou ser atencioso.

CONVIR

Olívia, faça quando isto lhe convir.
Olívia, faça quando isto lhe convier.

Convir: segue, na conjugação, o verbo "vir". Significa "concordar", ser conveniente, ser útil. O futuro do subjuntivo de vir é: vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem.
Assim: convier, convieres, convier, conviermos, convierdes, convierem.

O correto, portanto, é:
Olivia, faça quando isto lhe convier..

POLIR

Mary Lucy pole mensalmente os seus talhares .
Mary Lucy pule mensalmente os seus talheres.

Polir: presente do indicativo: pulo, pules, pule, polimos, polis, pulem.

O correto, portanto, é:
Mary Lucy pule mensalmente os seus talhares.

REAVER

Eles reaveram o objeto perdido.
Eles reouveram o objeto perdido.

Reaver: verbo defectivo. Segue o verbo "haver" somente nas formas em que conserva o "v".

O correto, portanto, é:
Eles reouveram o objeto perdido.

IR

Se ele ir, eu irei também.
Se ele for, eu irei também.

O futuro do subjuntivo do verbo "ir" é: for, fores, for, formos, fordes, forem.

O correto, portanto, é:
Se ele for, eu irei também.

ACAUTELAR-SE / PRECAVER-SE

Que você se precavenha, meu filho.
Que você se acautele, meu filho.

Precaver-se: este verbo não possui o presente do subjuntivo. Deve ser substituído por "acautelar-se", "prevenir".

O correto, portanto, é:
Que você se acautele, meu filho.

COLORIR

Eu coloro a vida com versos de amor.
Eu dou cor à vida com versos de amor.

Colorir: verbo defectivo. Só se conjuga nas pessoas em que ao "r" se segue "e" ou "i". Assim:... tu colores, ele colore, nós colorimos, vós coloris, eles colorem. Não se conjuga, pois, na primeira pessoa do singular do presente do indicativo. Quando precisar, procure usar um equivalente, como "Dar cor a"; "matizar de cor"; "pintar com cores vivas", etc.

O correto, portanto, é:
Eu dou cor à vida com versos de amor.

CONSIGO / COM VOCÊ

Quero falar consigo.
Quero falar com você.

O pronome consigo é reflexivo. Assim: Ele fala consigo mesmo. / O professor leva consigo a pasta. Deve-se dizer: Quero falar com você. / Quero falar com o senhor. / Quero falar com ela. / Quero ir com ela ao teatro. Se o tratamento for da segunda pessoa deve-se dizer: Quero falar contigo. / Quero ir contigo ao cinema.

O correto, portanto, é:
Quero falar com você.

MIM / SI

Eu fiquei fora de si.
Eu fiquei fora de mim.

O pronome mim concorda com a 1a pessoa (eu) e o pronome si, com a 3a pessoa (ele, ela).
Assim: Meus filhos esperam muito de mim. ? O vizinho ficou fora de si.

O correto, portanto, é:
Eu fiquei fora de mim.

PARA EU / PARA MIM

O jornal é para mim ler.
O jornal é para eu ler.

Nunca se deve dizer: mim quer casar ou mim vai car. O eu é que pode ser sujeito.
Assim: Sou eu que faço. Portanto, para eu ler. Use o "mim", quando o "eu" não for o sujeito.
Assim: O jornal é para mim. / Para mim, ela é linda.

O correto, portanto, é:
O jornal é para eu ler.

SOBRANCELHAS/SOMBRANCELHAS

Minhas sombrancelhas.
Minhas sobrancelhas.

Sobrancelhas: Cada uma das duas faixas de pêlos que se dispõem por sobre as órbitas oculares; SOBROLHO; SUPERCÍLIO.
Não existe a palavra sombrancelhas.

O correto, portanto, é:
Minhas sobrancelhas.

MEC cancela Enem por suspeita de fraude e estuda remarcar prova em 45 dias

MAIS UMA VEGONHA PARA O "DES"GOVERNO DO PT !!!!!!!!!!!!!


01/10/2009 - 07h29

Fonte: UOL Edução.

O Ministério da Educação cancelou na madrugada desta quinta-feira (1º) a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que seria aplicada neste final de semana em todo o país. Há suspeita de fraude e de que o conteúdo da prova tenha vazado. Ainda não há nova data para a prova.A decisão foi tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após ter sido alertado pela reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' sobre a quebra do sigilo do exame. Um homem, de acordo com a reportagem, tentou vender uma cópia da prova ao jornal por R$ 500 mil. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1 hora da madrugada desta quinta (1), por telefone.

Tentaram vender a prova

Na tarde de ontem o jornal foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. "Isto aqui é muito sério, derruba o ministério", afirmou o homem.

O encontro no qual o Estado viu trechos da prova aconteceu ontem à noite, na zona oeste de São Paulo. O homem que telefonou para a redação estava acompanhado de outra pessoa. Eles disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas.

Segundo reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo', que afirma ter tido acesso à prova que seria aplicada, pessoas avisaram o jornal sobre o vazamento e contaram ter obtido a prova por meio de funcionários do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), organizador da avaliação.

Nova data do Enem 2009

O MEC estuda remarcar o exame nos próximos 45 dias. Uma segunda versão da avaliação, que já estaria pronta, pode ser utilizada. Uma entrevista coletiva deve ser realizada ainda nesta manhã, para explicar os novos procedimentos com relação ao Enem.

"Os indícios de que houve furto de exemplares são fortes. Não nos resta outra alternativa a não ser adiá-la [a prova]", disse o ministro da Educação, Fernando Haddad ao telejornal 'Bom Dia Brasil', da Rede Globo.

Mais de 4 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o exame. O número é recorde, segundo o MEC.

O ministro afirmou ainda que os inscritos no exame permanecem inscritos, e sugere que os estudantes utilizem o tempo até a nova data da aplicação da prova em prol do estudo. "Agora é continuar estudando e esperar pela remarcação do Inep", afirmou.

A prova seria realizada no sábado (3) e no domingo (4), em 10.385 escolas diferentes de 1.826 municípios com, ao todo, 113.857 salas de prova.

O Enem 2009 terá uma redação e quatro provas com 45 questões objetivas, dentro das seguintes áreas: ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias.

Este ano, o inscrito no Enem terá o direito de participar do vestibular unificado do MEC. Ele poderá optar por cinco cursos em instituições federais e, de acordo com o desempenho, simular a posição na graduação pretendida, em comparação com as notas dos demais concorrentes.

Além de substituir o processo seletivo pela prova do MEC, as universidades federais puderam optar ainda por outras três formas de adesão ao Enem 2009. São elas: substituir apenas a primeira fase do vestibular; combinar a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional (nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva); usar o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.