segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Militares, nunca mais !!!

Texto atribuído ao Millor Fernandes, mas não consegui a comprovação.....
Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver MILITARES NO PODER, pelas razões abaixo:
Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças!
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora. Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.
Criaram esse maldito do Pro-Álcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobrás, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".
Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa.
Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPU), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso, implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.
Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, seqüestros de diplomatas... ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.
Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.
Inventaram um tal de PROJETO RONDON, para que os nossos universitários conhecessem os problemas dos brasileiros desassistidos nos grotões da Amazônia, Centro-oeste e nordeste; o FGTS, PIS e PASEP, só para criar atritos entre empregados e patrões. Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.
Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.
Outras desgraças criadas pelos militares:
Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M. Criaram a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.
Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguinte, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram. Graças a Deus!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: "Militar no poder, nunca mais"!!! Salvo os domesticados...
“A justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta” (Rui Barbosa em "Oração aos Moços").
“O cinema e a literatura inventaram o herói sem causa. O parlamento brasileiro consagrou o canalha sem jaça”. (Millôr Fernandes).

Não erre na sílaba tônica


Por Reinaldo Pimenta
http://educacao.ig.com.br/portugues_urgente/2009/08/28/nao+erre+na+silaba+tonica+2+8115913.html


Saiba como pronunciar corretamente as palavras a seguir:


Não diga “MAQUIRIA”, diga MAQUINARIA.

Não diga “MONOLITO”, diga MOLITO.

Não diga “BEL”, diga NOBEL.

Não diga “GADA”, diga PEGADA.

Não diga “PROTOTIPO”, diga PROTIPO.

Não diga “DICO”, diga “PUDICO”.

Não diga “CEM”, diga RECÉM.

Não diga “CORDE”, diga RECORDE.

Não diga “BRICA”, diga “RUBRICA”.

Não diga “RUIM”, diga “RUIM”.

Não diga “TEXTIL”, diga “XTIL”.

Não diga “UTER”, diga “URETER”.

Mas, qual é o significado de cada uma destas palavras ??? Pesquisem e deixem aqui seus comentários......

domingo, 30 de agosto de 2009

Novo Hino Nacional, segundo Vanusa

Veja só o que a cantora Vanusa fez, na Assembleia Legislativa de SP, no no 1º Primeiro Encontro Estadual de Agentes Públicos.

Pois é, meus jovens. Temos que treinar o nacionalismo e cultuar nosso hino.

Veja a nova letra:

"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um novo heróico e brado retumbante

E o sol da liberdade em raios fúúúúúlgidos

Brilhou no céu da pátria nesse instante

Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braços fortes

Em teu seio, ó liberdade

Desafio o nosso peito a própria morte

Ó, pátria amada, idolatrada, salve salve

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido

De amor e de esperança, a terra desce

Se em teu formoso céu risonho e límpido

A imagem do Cruzeiro resplandece

Gigante pela própria natureeeeezaaaaa

És belo, és forte, és risonho... (pausa longa) límpido

Se em teu formoso, risonho e límpido,

A imaaaaaaaagem do Cruzeiro (pausa longa)

Gigante pela própria natureza

És belo, és forte, impávidooooo colosso

E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra dourada

Entre outras mil, és tu Brasil, ó pátria amada

PALMAS

Déitado em bérço esplendido ao som do maaaaar e luz do céu profundo

Fúlguras, óóó Brasil florão da América

Iluminado ao sol do novo mundo

Que a terra mais garrida

Teus risonhos lindos copos tem mais flores

Nossos bosques tem mais vida

Nossa vida, maaaaais amores

ò pátria amaaaada, idolatraaaaada, salve, salve

(Agradecemos a presença da cantora Vanusa)

Brasil, de eterno... desligam o microfone)"

sábado, 29 de agosto de 2009

Para o professor Marcus

Professor Marcus

O Sr já esteve em uma Academia Militar ? Sabe quais são as matérias lecionadas ? Conhece o processo de aprovação ? Sabe que além da formação intelectual os alunos são avaliados moralmente, com critérios objetivos ? Que para serem aprovados passam por avaliações psicológicas e físicas ? Sabe que a partir do primeiro dia de aula os alunos assumem responsabilidades e são avaliados pelo seu desempenho ? Sabe que no Ministério Público há vários promotores que foram militares, assim como no Magistrado ? Sabe que os melhores alunos de direito são ex militares ? Sabe que é mais concorrido entrar em uma Academia Militar do que em qualquer outro curso da FUVEST ?

Até para poder criar esteriótipos, ou perpertuá-los é necessário conhecer o assunto com certo grau de profundidade não se deixar levar por comentários da mídia, internet ou em sala de reuniões....

Abraços

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Negar a verdade - Dilma Rousseff

Autor desconhecido. Recebido por e-mail

Dilma Rousseff lembra com orgulho que se negou a dizer verdades perigosas mesmo sob tortura. Tinha pouco mais de 20 anos, mas sabia muito quando foi presa pela polícia política. Mesmo confrontada pelos inquisidores com copiosas evidências, não confessou que havia participado de assaltos a banco e outras ações armadas, desmentiu o envolvimento com grupos de extrema-esquerda, escondeu os nomes dos parceiros de vida clandestina, não admitiu sequer que era quem era.

A mãe do PAC gosta de contar que, apesar do desamparo e da insegurança, não permitiu que os inquisidores arrancassem qualquer informação que a prejudicasse, ou colocasse em risco os companheiros. Hoje amparada pelo presidente Lula, protegida pela blindagem que merece uma candidata à sucessão, pode mentir sem sobressaltos. Foi o que fez quando alquimistas da Casa Civil, para desviar do Planalto a catarata de despesas com cartões de crédito, produziram um dossiê que transformava o ex-presidente Fernando Henrique e Ruth Cardoso no mais perdulário dos casais.

Sobram provas de que a ministra encomendou o serviço à chefe de gabinete, Erenice Guerra. Pilhada em flagrante, Dilma promoveu registros policialescos a banco de dados e afirmou que não fizera o que fez com a mesma convicção aparente da juventude. A performance foi reprisada quando se descobriu que o currículo oficial da ministra era ornamentado, entre outras fantasias, por um inexistente doutorado em economia pela Unicamp.

A doutora de araque garantiu que não sabia de nada. Nunca havia lido o próprio currículo. Algum subordinado fizera aquilo por conta própria. Não identificou o culpado, não puniu ninguém, queixou-se da perseguição da imprensa e pediu ajuda a Lula, advogado-geral dos pecadores companheiros. Além de expedir o habeas corpus perpétuo, Lula ordenou ao deputado José
Genoíno que avalizasse a absolvição com um discurso na Câmara.

Num país sério, alguém socorrido por Genoíno ─ parceiro de Delúbio Soares e Marcos Valério nas bandalheiras do mensalão, irmão do chefe do cearense da cueca dolarizada, enfiado no pântano até o pescoço ─ seria punido mesmo que fosse inocente. Como isto é o Brasil, Genoíno desceu da tribuna sem receber voz de prisão. E o currículo fraudado saiu do noticiário.

A última da Dilma foi revelada por Lina Vieira, demitida da secretaria da Receita Federal por honestidade. No fim do ano, contou, a ministra pressionou-a para “agilizar” a auditoria em curso nas empresas da famí lia Sarney. A secretária fez de conta que não ouviu direito a ordem para encerrar o caso. Subtraiu-se ao papel de cúmplice, mas perdeu o emprego mais cedo.

Na entrevista à Folha de S. Paulo, Lina informou que foi convocada para o encontro com Dilma pela onipresente Erenice Guerra, reproduziu o diálogo no gabinete, descreveu a cena do crime, detalhou as vestes da protetora de Fernando Sarney. ”Não fiz esse pedido a ela”, retrucou Dilma. Lula precisou de dois segundos para emitir a sentença: “Duvido que a Dilma tenha mandado recado ou conversado com alguém a esse respeito. Não faz parte da formação política da Dilma”.

Escorregou na ignorância malandra. Faz parte, sim. Na cadeia, ela aprendeu que a mentira pode ser o preço da sobrevivência física. No poder, descobriu que negar a verdade é também o preço da sobrevivência política.

A indústria das Indenizações - Anistia Política

Extraído do blog http://coturnonoturno.blogspot.com

Trechos comentados de matéria da Folha:

Um abrangente estudo sobre assassinatos de opositores ao governo e militantes da esquerda armada durante a ditadura (1964-1985), elaborado pelos próprios familiares e lançado em forma de livro em abril último, acrescentou 69 novos casos aos já conhecidos e admitidos pelo governo federal. O número final ficou em 426 mortos e desaparecidos políticos dentro e fora do país no período.Há dois anos, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos narrou 357 casos de mortos e desaparecidos no livro "Direito à Memória e à Verdade", segundo as contas feitas pelos familiares.
(A indústria dos desaparecidos continua florescente, graças às crescentes indenizações e à estrutura muito bem remunerada criada pelo petismo, que emprega centenas de pessoas regiamente pagas para encontrar casos que possam ser enquadrados nos "abrangentes" estudos. Esta indústria não tem crise e cresce à base de 20% ao ano).

...Descobriu-se que há cinco casos de desaparecidos na Argentina cujos pais ou mães são brasileiros. O dossiê vinculou esses crimes à Operação Condor, que mobilizou as ditaduras da América do Sul no combate às organizações de esquerda na década de 70.
(É como se Che Guevara tivesse sido morto pela repressão na Bolívia, longe de seu país, Cuba, e que estivesse ali como um pobre refugiado político. Estes terroristas estavam participando da luta armada em outro país. Mas aos seus familiares também será dada uma polpuda indenização, saída, quem sabe, do confisco da caderneta de poupança).

Alguns dos casos "novos" são exemplos de como o Estado militar atingiu pessoas com pouca ou nenhuma atividade política. José Sabino, por exemplo, foi morto a tiros em uma manifestação em maio de 1966, no Rio.
(Se acontecesse hoje, os mortos por balas perdidas no Rio de Janeiro, que tanto podem ter sido atingidos por balas da polícia quanto de terroristas armados seriam computados como assassinados pela "ditadura". Ei, comissão, se um morto por bala perdida no Rio o foi por bala saída de uma arma roubada de um quartel, não seria culpa da ditadura? Olha que aí está um novo filão!)

O dossiê relaciona mortes de pessoas que passaram por intensa tortura e se mataram depois, como o estudante de engenharia Juan Antônio Forrastal, torturado no quartel de Quitaúna (SP), em 1969. Três anos depois, ele se matou num hospital em Madri, na Espanha, segundo familiares.
(Este caso, então, é emblemático. É preso, é solto, volta para o seu país e se mata. Culpa da "ditadura" ou se suicidou por que lhe cobravam denúncias que resultaram na morte de companheiros? Ou simplesmente porque era um esquisofrênico?Que tal incluir todos os suicidas do período como mortos por profunda depressão frente a tão brutal ditadura?)

"À medida que se abre a questão da ditadura, que se discute mais e que o governo abre seus arquivos, as famílias passam a se manifestar, a procurar as reparações. Por isso, o número conhecido de vítimas cresceu", disse Criméia Almeida, integrante da comissão dos familiares. Criméia lutou na guerrilha do Araguaia.
(Bom, aqui só cabe comentar o nome. Não poderia haver nome melhor para a investigadora: Criméia.).

Primeira postagem

Este blog foi criado por sugestão do prof Marcus ( http://blog-do-marquito.blogspot.com/ ).

Iremos expor ideias sobre valores cívicos e sociais, nacionalismo, nosso país e política.

Todas as mensagens aqui postadas serão publicadas de imediato (ou conforme a disponibilidade do serviços) e serão mantidas, independente do que estiver escritos.

Não se preocupem com erro de digitação, mas não assassinem o vernáculo. Escrever "voçes" é imperdoável...

Participem !!!!